| Associação tenta encontrar doadores |
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| Escrito por Dennis Eudo |
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IndÃgena, de 21 anos, da cidade de Pesqueira, no sertão do Estado, vai mudar a vida de uma criança de 9 anos do Estado do Paraná. VÃtima de leucemia, a menina encontrou, na medula do pernambucano, a esperança de vivenciar uma adolescência menos traumática do que a infância que vem experimentando. O improvável encontro foi possÃvel graças à ação de um grupo que se intitula 'Amigos do Transplante de Medula Óssea' (ATMO). A organização não governamental não tem fins lucrativos e percorre o Estado promovendo ações de incentivo ao cadastramento de novos doadores. Criado em 2006 por um grupo de profissionais da área de hematologia, além de parentes e ex-pacientes vÃtimas de doenças na medula, os integrantes da ATMO realizam palestras explicando os procedimentos e benefÃcios do transplante do órgão. Até o ano passado, foram mais de 36 mil pessoas cadastradas em todo o Estado. Hoje, a ATMO sobrevive basicamente a partir de doações e da colaboração de seus integrantes. "Nossa grande dificuldade é a falta de informação da grande maioria das pessoas. Muitas só conhecem este tipo de iniciativa quando necessitam de uma medula", afirma o presidente da ONG, Gilberto de Castro. ![]() Foto: Ed Wanderley/DP/D. A Press Nos pontos de cadastro, os interessados, entre 18 e 55 anos, preenchem uma ficha simples e têm 4ml de seu sangue coletado para a base de dados do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Somente se for identificado um receptor compatÃvel é que o doador é acionado para, então ceder confirmar se deseja ceder pouco mais de 10% de sua medula, que é recomposta dentro de 15 dias. |




